terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Poesia (Inelegível)

Na Escuridão da noite 
bate em minha alma uma dor
muito severa que faz relembrar 
vagas noites de tristeza e solidão amarga;


Esta escuridão aos poucos 
faz-me recordar que enquanto estou sorrindo
a minha alma sofre por não mais saber confiar 
no eu;


Nesta calmaria escura 
aos poucos me vejo ceder
alucinadamente por uma razão 
em favor não sou do eu, mais também
do meu coração;


Em meio a ofuscante  noite
ouço apenas o tic tac do relógio
que faz vir as lembranças de quantos dias
quantas horas foram o meu padecer
diante da vida;


Onde esta a luz neste momento
que preciso dela bastante para 
que meu coração e minha alma
não encontre em um acontecimento 
funesto a solução. 

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